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Após aplicar uma goleada por 4 a 1 sobre a Portuguesa, na quinta-feira (26),no Morumbi, pouco restou para Rogério Ceni criticar no São Paulo em sua fala após o jogo. O comandante tricolor era só elogios e elencou o que considerou os destaques do jogo: os dois zagueiros.
O Tricolor enfrentou a Lusa com Beraldo e Alan Franco escalados, isso porque Ferraresi, como já sabido, só volta no segundo semestre por ter que passar por cirurgia, e Arboleda sentiu uma tendinite antes do jogo e a opção foi preservá-lo.
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Ceni, contudo, foi só elogios ao desempenho da sua dupla de defensores, que pode ser considerada reserva.
– A dupla de zaga foi o ponto mais alto do time. Gostei muito da formação. Os dois jogaram muito bem, tomaram o gol no final por um erro de posicionamento, mas não se pode ceder contra-ataque aos 40 do segundo tempo – completou o técnico, cornetando o único tento sofrido.
– Jogaram demais, são dois zagueiros que constroem muito bem, exibiram categoria, foram lúcidos… O time se posicionou bem, enquanto teve a sua formação original dominou o jogo e tentou dominar a Portuguesa – endossou Ceni.
Mas o torcedor mais atento pode se perguntar: e Galoppo? Afinal, o argentinio foi às redes duas vezes, assumiu a artilharia do Campeonato Paulista e terminou como o melhor em campo. Tudo isso jogando como ‘um falso 9’, na visão de Ceni. Bem, o próprio treinador explica, com seu tradicional ‘sincericídio’.
– Pela necessidade ele atuou assim. O Galoppo não é um 9, o primeiro tempo dele não foi grande, mas ele fez os gols, foi importante. Por alguns momentos saiu muito da área, natural, é onde rende mais, mas na ausência de um jogador que possa substituir o Calleri, ele executa algumas mesmas funções: tem bom cabeceamento, por exemplo. Foi algo que vimos contra a Ferroviária – destacou Ceni, lembrando do jogo onde o argentino marcou o primeiro gol no Estadual.
– Ele foi contratado, repito, não sei valores, e estamos tentando sempre dar minutos para ele. Eu sei que não é sua posição de origem, que pode não gostar muito (de jogar nessa função), pode render mais em outras funções. Mas em outra funções eu tenho jogadores que rendem mais. E como o Calleri estava com algumas dores, preferi segurar ele e fazer essa experiência – concluiu o técnico são-paulino.
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